Manter um catálogo de produtos atualizado pode parecer uma tarefa simples à primeira vista. Mas, para quem atua em empresas atacadistas, sabe: preparar, revisar, corrigir e compartilhar o catálogo ocupa um tempo precioso que poderia ser investido em vender mais e melhor. Em 2025, isso não mudou — aliás, só aumentaram as cobranças por agilidade e precisão.
Entre tantas ferramentas digitais que prometem encurtar caminhos, fica a dúvida: qual app escolher para criar catálogos práticos, bonitos e atualizados? Comparei as seis opções mais procuradas por empresas brasileiras, de softwares essenciais até plataformas que poucos ainda conhecem, mas podem revolucionar a rotina de vendas B2B.
Ao longo do texto, vou compartilhar dúvidas e impressões que surgem no dia a dia, contar pequenas histórias que ouvi de vendedores e gestores, e mostrar por que, dependendo do volume de produtos, há uma solução que faz a concorrência parecer trabalho manual do século passado.
O catálogo atualizado é quase invisível quando funciona. Mas quando está desatualizado, tudo trava.
Por que investir em um app para fazer catálogo?
Antes de mergulhar nas opções, é preciso entender a raiz do problema. Quem já dependeu de catálogos impressos ou PDFs feitos sob demanda conhece a demora, as informações erradas, e o “vai e volta” eterno com a equipe de marketing ou agência. A cada mudança de preço ou lançamento de produto, volta tudo à estaca zero.
Com a digitalização das vendas, ter uma ferramenta que gere catálogos em minutos, permitindo ajustes constantes e integração com sistemas de estoque, virou quase uma exigência. Não só economiza tempo, como também reduz falhas. Em mercados como Saúde, Higiene, Tecnologia ou Papelaria, é impossível confiar apenas na memória.
- Chega de vender produto esgotado.
- Adeus à informação divergente entre catálogo e site.
- Vendedores mais autônomos no contato com clientes.
Com tudo isso em mente, fiz a seleção dos apps pensando nas demandas reais: de quem tem poucos produtos até quem trabalha com mais de 3.000 itens e precisa escalar vendas sem elevar os custos. Vamos conhecer cada opção.
1. Catálogo Mobile — para quem não aceita perder tempo
Se você tem mais de 300 produtos, já usa (ou quer usar) um ERP como Bling, Sankhya, Omie ou Tiny, e lida com uma equipe de vendedores, o Catálogo Mobile é quase um divisor de águas. O grande diferencial, segundo muitos gestores, é: a geração do catálogo é automática e sempre atualizada.
Ao conectar o catálogo ao ERP, não é necessário atualizar manualmente item por item. Mudou preço? Lançou produto? Saiu de estoque? É só sincronizar. Em até cinco minutos, um PDF profissional ou um link de pedidos fica pronto para ser compartilhado com vendedores ou clientes. E sem depender do marketing ou da agência, como acontece em outras opções.

Aqui está o que mais gosto na solução:
- A geração do PDF é feita em minutos, não dias.
- Evita divergência de estoque entre catálogo e loja física.
- Cria links únicos para cada vendedor, facilitando o rastreio de pedidos.
- Permite demos e ajuda personalizada na configuração (ótimo para quem não quer se virar sozinho).
Aliás, para saber os primeiros passos ao configurar, este passo a passo detalhado pode ajudar muito.
Em menos de cinco minutos, você faz aquilo que uma agência levaria uma semana.
Outro ponto forte é o suporte a subcategorias, ideal para setores que trabalham com linhas e famílias de produtos. Saiba como organizar seu catálogo assim aqui.
O Catálogo Mobile atende segmentos diversos: Saúde, Limpeza, Cosméticos, Automotivo, Tecnologia, Papelaria, Alimentação, Esportes, Vestuário, Informática, e mais. Ele acaba sendo uma saída para quem quer mesmo vender mais, ampliar a área de atuação dos vendedores sem precisar de equipe física enorme. Inclusive, já fiz uma comparação detalhada das vantagens do Catálogo Mobile em relação ao tradicional Meu Catálogo Digital, caso ajude na sua decisão.
Relembro: essa comparação mostra porque automatizar é decisivo.
Para quem é o Catálogo Mobile?
- Empresas atacadistas acima de 300 itens no portfólio.
- Time de 2 a 15 vendedores.
- Quem já usa ERP e precisa manter o catálogo sempre alinhado com estoque real.
- Quem quer ampliar vendas sem sobrecarregar marketing ou atendimento.
Vale ressaltar que o teste gratuito de 7 dias é perfeito para experimentar sem compromisso. Durante esse tempo, um especialista ajuda na adaptação, sem obrigação de permanecer.
Entenda melhor como o Catálogo Mobile pode ser usado por vendedores e clientes neste conteúdo sobre diferentes formas de uso.
2. Canva — criatividade manual, resultados rápidos (com limites)
Poucas ferramentas cresceram tanto em popularidade quanto o Canva. Ele é a solução padrão para quem quer montar catálogos digitais rápidos, bonitos e personalizáveis, mesmo sem experiência em design. Basta escolher um modelo, arrastar fotos, preencher textos e pronto: catálogo atualizado.
Só que, assim como tudo na vida, há limitações. Na prática, o Canva funciona melhor quando se trabalha com poucos produtos. Para empresas maiores, atualizar toda semana (ou todo mês) o catálogo vira outro trabalho manual. E, ainda, não há integração nativa com sistemas de estoque ou ERP. Isso pode trazer surpresas quando o cliente pede algo que já acabou.
- Aceita upload de imagens, logotipo e informações diversas.
- Apartir de R$ 34,90/mês na versão Pro (com recursos de marca e estilos avançados).
- Permite PDF dinâmico, mas sem automatização dos dados ou integração a pedidos.
- Muita flexibilidade para personalizar visualmente.
- Sem integração com links de pedidos.
Design sem limites… Mas manual do começo ao fim.
Já ouvi histórias de gestores que começaram animados, mas na terceira ou quarta atualização se cansaram de redesenhar tudo porque o estoque mudou. A solução acaba sendo útil para pequenas lojas, produções sazonais, ou lançamentos pontuais.
3. Meu Catálogo Digital — praticidade popular, mas pouco automatizado
O Meu Catálogo Digital se tornou conhecido nos últimos anos por simplificar o envio de catálogos via WhatsApp ou links. É uma plataforma intuitiva, com foco em vendedores autônomos ou pequenas empresas que querem escapar do powerpoint e do PDF tradicional.
- Permite criar catálogos digitais online, acessíveis via link.
- Possui planos gratuitos e pagos a partir de R$ 29,90 por mês.
- Integração limitada aos ERPs. Atualizar estoque é manual.
- Layout simples, sem muita flexibilidade visual.
- Geração de PDF disponível só nos planos pagos.
No volume, acaba sofrendo para empresas atacadistas porque a atualização não é automática. Imagine ao ter 500 ou 800 produtos: qualquer ajuste exige entrar manualmente no painel e modificar item a item.
Mas há quem prefira justamente essa simplicidade. Pequenos negócios, revendedores ou quem está começando costuma se adaptar bem.
Quem tiver interesse, recomendo buscar um comparativo detalhado para entender as diferenças entre ele e o Catálogo Mobile.
Facilidade, mas trabalho dobrado quando o portfólio cresce.
4. Mercos — robustez para times comerciais, foco mais tradicional
O Mercos é uma plataforma de força de vendas conhecida entre distribuidores e representantes. O grande trunfo está na gestão do time comercial, com app diferenciado para vendedores em campo, automatização de pedidos e funções de CRM.
Quando o assunto é catálogo, o Mercos oferece uma área em que é possível cadastrar produtos, montar tabelas de preço e preparar apresentações para enviar aos clientes. A integração com ERPs do mercado é outro ponto positivo.
- Planos a partir de R$ 99/mês (com restrições para empresas pequenas).
- Forte no controle de pedidos e relatórios de vendas.
- Permite montar catálogo digital, mas PDF ainda depende de layout manual.
- Integra ERP, mas com curva de aprendizado mais longa.
- Ideal para forças de vendas externas.

Fizemos uma análise comparativa do Catálogo Mobile vs. Mercos mostrando em detalhes qual solução se encaixa no seu momento.
Automação forte em vendas, mas limitado na geração dinâmica de catálogos.
5. Catálogo Simples — solução enxuta para pequenos negócios
O Catálogo Simples faz jus ao nome, entregando uma plataforma bem enxuta. A proposta é facilitar o envio de listas de produtos, com ou sem fotos, normalmente pensada para micro e pequenos empreendedores.
- Cadastro básico de produtos, com descrição e preço.
- Geração de link para compartilhar no WhatsApp.
- Sem integração com ERP nem PDF profissional.
- Planos gratuitos e pagos, geralmente abaixo de R$ 30/mês.
- Visual limitado, mas entrega o básico para quem está começando.
Como o próprio criador costuma falar em entrevistas, o foco é atender pessoas físicas, revendedores ou comércio local. Não espere integração com estoque, relatórios avançados ou segmentações por subcategoria.
Talvez funcione se você está ainda “sentindo o mercado”, com poucos itens para mostrar. A partir de 100 itens, já começa a ficar difícil de manter.
Para quem está começando ou não quer complicação.
6. Google Slides / PowerPoint — o clássico adaptado ao virtual
Por último, uma solução que muita gente usa “quebrando galho”: Google Slides ou PowerPoint. A lógica é montar o catálogo página a página, arrastando imagens, precificando e exportando para PDF. Simples e barato, afinal faz parte do pacote Office gratuito ou de assinaturas já usadas pela empresa.
- Muita liberdade de criação, sem limitações técnicas.
- Possibilidade de envio por e-mail ou WhatsApp.
- Atualização sempre manual, um produto por vez.
- Sem integração com ERP, pedidos ou rastreamento.
Chega a ser nostálgico para quem começou montando catálogos há mais de dez anos. Mas, para equipes maiores ou muitas categorias, vira um pesadelo. Não há automação, e qualquer variação de preço ou estoque exige nova versão do arquivo. Ideal apenas para portfólios muito pequenos ou propostas específicas.
Funciona, mas exige paciência de quem atualiza toda semana.
Qual app para fazer catálogo vale a pena para cada perfil?
Nem toda solução é para todo mundo. Se você tem menos de 30 produtos e não deseja pagar por automação, Canva, Google Slides ou Catálogo Simples resolvem. Para pequenos revendedores, Meu Catálogo Digital pode dar conta. Agora… se já chegou ao patamar de centenas (ou milhares) de itens, lidar com atualização manual vira um pesadelo.
Mercos atende bem setores específicos, mas exige investimento e aprendizado — e exige, ainda, ajustes manuais para deixar o catálogo no estilo ideal.
Quando a automação é insuperável?
A partir de determinado volume, só existe um caminho viável: automação. Ninguém quer correr o risco de fechar um pedido grande e perceber que acabou vendendo produtos esgotados, ou, pior, perder vendas porque informações demoraram para ser atualizadas.
Tempo é o ativo mais caro no atacado.
E aqui volto à experiência com o Catálogo Mobile. Vi empresas ganharem agilidade, implantarem setores de vendas em atacado e multiplicarem a área de atendimento — sem inflar custos com equipe ou retrabalho. A possibilidade de customizar cada link para o vendedor e acompanhar pedidos direto no painel simplifica tudo.
Dúvidas que sempre aparecem
- Como garantir que o catálogo está sempre igual ao estoque? Somente com integração ao ERP.
- Como evitar retrabalho de marketing ou TI? Geração automática e independente, como no Catálogo Mobile.
- É possível gerar catálogos por região, por linha de produto ou filial? Sim — desde que o sistema permita segmentação, com subcategorias dinâmicas.
- O que fazer se o time de vendas está longe do escritório? Compartilhe links dos catálogos automáticos — cada vendedor atende de onde estiver.
Quem tiver curiosidade, recomendo revisar as diferentes formas de uso do Catálogo Mobile para entender como adaptar à sua rotina.
Considerações práticas e histórias reais
Recentemente, conversei com um gerente comercial de uma distribuidora de produtos de higiene. Ele contou que, antes do Catálogo Mobile, dependia da agência para atualizar PDFs semanais, e os vendedores precisavam conferir estoque manualmente para evitar “bola fora” com os clientes.
Depois que adotou a integração do ERP com o app, bastaram alguns cliques para automatizar tudo. Hoje, cada vendedor tem seu link personalizado, o cliente faz pedido sozinho, o estoque bate certinho, e a empresa começou a vender em regiões que, antes, nem cogitava. A agência de marketing passou a focar em campanhas realmente estratégicas, e não na atualização de planilhas intermináveis.
Vender ficou mais fácil. Vender o certo. Vender mais.
Para outros setores, o cenário se repete: supermercados, lojas de autopeças, setor de cosméticos, distribuidores de artigos esportivos… Sempre que o portfólio é grande, ganha quem automatiza. E se quiser aprender sobre organização de subcategorias no catálogo, veja este conteúdo prático.
Resumo: as 6 opções para 2025 e quando escolher cada uma
- Catálogo Mobile: Integração total com ERPs, geração automática, ideal para atacadistas de médio e grande porte, suporte especializado, links de pedido exclusivos para vendedores, e atualização instantânea.
- Canva: Flexibilidade visual, fácil de usar, indicado para portfólios pequenos, mas atualização manual é cansativa para muitos produtos.
- Meu Catálogo Digital: Boa relação custo-benefício para pequenos negócios e revendedores. Sem automação robusta.
- Mercos: Foco em vendas externas e gestão, integração com ERP, mas atualização do catálogo ainda exige interação manual ou time interno.
- Catálogo Simples: Básico, fácil para iniciantes ou quem vende poucos produtos. Não sustenta portfólios maiores.
- Google Slides / PowerPoint: Liberdade criativa máxima, mas só serve para catálogos esporádicos ou muito pequenos. Totalmente manual.
Conclusão: para quem tem mais de 300 produtos, não perca tempo
Se sua empresa trabalha com centenas ou milhares de itens — e o setor comercial precisa de velocidade — não faz mais sentido depender de processos manuais. As alternativas como Canva, Google Slides ou Catálogo Simples dão conta do básico, mas, cedo ou tarde, se tornam um gargalo para crescimento. Mesmo soluções mais avançadas, como Mercos ou Meu Catálogo Digital, acabam exigindo intervenção manual na hora crítica.
A geração automática do Catálogo Mobile muda o jogo.
Por isso, para quem busca escala, atualização em tempo real, integração ao ERP, e quer multiplicar vendas sem aumentar custos, o Catálogo Mobile se mostra a escolha mais inteligente. Experimente criar seu catálogo de graça, sem compromisso, pelo período de 7 dias. Veja com os próprios olhos como transformar a rotina do seu time e encantar os clientes.
Acesse catalogomobile.com.br/criar-conta para testar, conversar com um especialista e descobrir como a automação pode abrir portas para sua empresa vender mais, gastar menos e parar de perder tempo com tarefas repetitivas.
Por que investir em um app para fazer catálogo?
Antes de mergulhar nas opções, é preciso entender a rai
1. Catálogo Mobile — para quem não aceita perder tempo Se você tem mais de 300 produtos, já usa (ou quer usar) um ERP como Bling, Sankhya, Omie ou Tiny, e lida com uma equipe de vendedores, o Catálogo Mobile é quase um divisor de águas. O grande diferencial, segundo muitos gestores, é: a geração do catálogo é automática e sempre atualizada . Ao conectar o catálogo ao ERP, não é necessário atualizar manualmente item por item. Mudou preço? Lançou produto? Saiu de estoque? É só sincronizar. Em até cinco minutos, um PDF profissional ou um link de pedidos fica pronto para ser compartilhado com vendedores ou clientes. E sem depender do marketing ou da agência, como acontece em outras opções. Os planos são flexíveis: de R$ 119,90 por mês para empresas menores, até R$ 359,90 para aquelas com até 10 vendedores e 3.000 produtos. Adicionar mais vendedores custa só R$ 15 por mês, o que viabiliza ampliar a equipe sem aumentar o custo por catálogo. O desconto anual é uma vantagem para quem pensa a longo prazo. Aqui está o que mais gosto na solução: A geração do PDF é feita em minutos, não dias. Evita divergência de estoque entre catálogo e loja física. Cria links únicos para cada vendedor, facilitando o rastreio de pedidos. Permite demos e ajuda personalizada na configuração (ótimo para quem não quer se virar sozinho). Aliás, para saber os primeiros passos ao configurar, este passo a passo detalhado pode ajudar muito. Em menos de cinco minutos, você faz aquilo que uma agência levaria uma semana. Outro ponto forte é o suporte a subcategorias, ideal para setores que trabalham com linhas e famílias de produtos. Saiba como organizar seu catálogo assim aqui. O Catálogo Mobile atende segmentos diversos: Saúde, Limpeza, Cosméticos, Automotivo, Tecnologia, Papelaria, Alimentação, Esportes, Vestuário, Informática, e mais. Ele acaba sendo uma saída para quem quer mesmo vender mais, ampliar a área de atuação dos vendedores sem precisar de equipe física enorme. Inclusive, já fiz uma comparação detalhada das vantagens do Catálogo Mobile em relação ao tradicional Meu Catálogo Digital, caso ajude na sua decisão. Relembro: essa comparação mostra porque automatizar é decisivo . Para quem é o Catálogo Mobile?
Empresas atacadistas acima de 300 itens no portfólio. Time de 2 a 15 vendedores. Quem já usa ERP e precisa manter o catálogo sempre alinhado com estoque real. Quem quer ampliar vendas sem sobrecarregar marketing ou atendimento. Vale ressaltar que o teste gratuito de 7 dias é perfeito para experimentar sem compromisso. Durante esse tempo, um especialista ajuda na adaptação, sem obrigação de permanecer. Entenda melhor como o Catálogo Mobile pode ser usado por vendedores e clientes neste conteúdo sobre <a href="https://catalogomobile.com.br/blog/como-utili
2. Canva — criatividade manual, resultados rápidos (com limites) Poucas ferramentas cresceram tanto em popularidade quanto o Canva. Ele é a solução padrão para quem quer montar catálogos digitais rápidos, bonitos e personalizáveis, mesmo sem experiência em design. Basta escolher um modelo, arrastar fotos, preencher textos e pronto: catálogo atualizado. Só que, assim como tudo na vida, há limitações. Na prática, o Canva funciona melhor quando se trabalha com poucos produtos. Para empresas maiores, atualizar toda semana (ou todo mês) o catálogo vira outro trabalho manual. E, ainda, não há integração nativa com sistemas de estoque ou ERP. Isso pode trazer surpresas quando o cliente pede algo que já acabou. Aceita upload de imagens, logotipo e informações diversas. Apartir de R$ 34,90/mês na versão Pro (com recursos de marca e estilos avançados). Permite PDF dinâmico, mas sem automatização dos dados ou integração a pedidos. Muita flexibilidade para personalizar visualmente. Sem integração com links de pedidos. Design sem limites… Mas manual do começo ao fim. Já ouvi histórias de gestores que começaram animados, mas na terceira ou quarta atualização se cansaram de redesenhar tudo porque o estoque mudou. A solução acaba sendo útil para pequenas lojas, produções sazonais, ou lançamentos pontuais. 3. Meu Catálogo Digital — praticidade popular, mas pouco automatizado O Meu Catálogo Digital se tornou conhecido nos últimos anos por simplificar o envio de catálogos via WhatsApp ou links. É uma plataforma intuitiva, com foco em vendedores autônomos ou pequenas empresas que querem escapar do powerpoint e do PDF tradicional. Permite criar catálogos digitais online, acessíveis via link. Possui planos gratuitos e pagos a partir de R$ 29,90 por mês. Integração limitada aos ERPs. Atualizar estoque é manual. Layout simples, sem muita flexibilidade visual. Geração de PDF disponível só nos planos pagos. No volume, acaba sofrendo para empresas atacadistas porque a atualização não é automática. Imagine ao ter 500 ou 800 produtos: qualquer ajuste exige entrar manualmente no painel e modificar item a item. Mas há quem prefira justamente essa simplicidade. Pequenos negócios, revendedores ou quem está começando costuma se adaptar bem. Quem tiver interesse, recomendo buscar um comparativo detalhado para entender as diferenças entre ele e o Catálogo Mobile. Facilidade, mas trabalho dobrado quando o portfólio cresce. 4. Mercos — robustez para times comerciais, foco mais tradicional O Mercos é uma plataforma de força de vendas conhecida entre distribuidores e representantes. O grande trunfo está na gestão do time comercial, com app diferenciado para vendedores em campo, automatização de pedidos e funções de CRM. Quando o assunto é catálogo, o Mercos oferece uma área em que é possível cadastrar produtos, montar tabelas de preço e preparar apresentações para enviar aos clientes. A integração com ERPs do mercado é outro ponto positivo. Planos a partir de R$ 99/mês (com restrições para empresas pequenas). Forte no controle de pedidos e relatórios de vendas. Permite montar catálogo digital, mas PDF ainda depende de layout manual. Integra ERP, mas com curva de aprendizado mais longa. Ideal para forças de vendas externas. O feedback de empresas é que o Mercos funciona bem para quem quer centralizar tudo: pedidos, clientes, catálogos e equipe. O ponto de atenção: se você precisa atualizar catálogo rapidamente (e com frequência), ainda vai depender de ajustes manuais ou da equipe de TI para customizar layouts. Fizemos uma análise comparativa do Catálogo Mobile vs. Mercos mostrando em detalhes qual solução se encaixa no seu momento . Automação forte em vendas, mas limitado na geração dinâmica de catálogos. 5. Catálogo Simples — solução enxuta para pequenos negócios O Catálogo Simples faz jus ao nome, entregando uma plataforma bem enxuta. A proposta é facilitar o envio de listas de produtos, com ou sem fotos, normalmente pensada para micro e pequenos empreendedores. Cadastro básico de produtos, com descrição e preço. Geração de link para compartilhar no WhatsApp. Sem integração com ERP nem PDF profissional. Planos gratuitos e pagos, geralmente abaixo de R$ 30/mês. Visual limitado, mas entrega o básico para quem está começando. Como o próprio criador costuma falar em entrevistas, o foco é atender pessoas físicas, revendedores ou comércio local. Não espere integração com estoque, relatórios avançados ou segmentações por subcategoria. Talvez funcione se você está ainda “sentindo o mercado”, com poucos itens para mostrar. A partir de 100 itens, já começa a ficar difícil de manter. Para quem está começando ou não quer complicação. 6. Google Slides / PowerPoint — o clássico adaptado ao virtual Por último, uma solução que muita gente usa “quebrando galho”: Google Slides ou PowerPoint. A lógica é montar o catálogo página a página, arrastando imagens, precificando e exportando para PDF. Simples e barato, afinal faz parte do pacote Office gratuito ou de assinaturas já usadas pela empresa. Muita liberdade de criação, sem limitações técnicas. Possibilidade de envio por e-mail ou WhatsApp. Atualização sempre manual, um produto por vez. Sem integração com ERP, pedidos ou rastreamento. Chega a ser nostálgico para quem começou montando catálogos há mais de dez anos. Mas, para equipes maiores ou muitas categorias, vira um pesadelo. Não há automação, e qualquer variação de preço ou estoque exige nova versão do arquivo. Ideal apenas para portfólios muito pequenos ou propostas específicas. Funciona, mas exige paciência de quem atualiza toda semana. Qual app para fazer catálogo vale a pena para cada perfil?
Nem toda solução é para todo mundo. Se você tem menos de 30 produtos e não deseja pagar por automação, Canva, Google Slides ou Catálogo Simples resolvem. Para pequenos revendedores, Meu Catálogo Digital pode dar conta. Agora… se já chegou ao patamar de centenas (ou milhares) de itens, lidar com atuali
Quando a automação é insuperável?
A partir de determinado volume, só existe um caminho viável: automação. Ninguém quer correr o risco de fechar um pedido grande e perceber que acabou vendendo produtos esgotados, ou, pior, perder vendas porque informações demoraram para ser atuali
3. Meu Catálogo Digital — praticidade popular, mas pouco automatizado
Qual app para fazer catálogo vale a pena para cada perfil?
Vender ficou mais fácil. Vender o certo. Vender mais.


