Como Analisar E Evitar Erros Em Anúncios de Catálogo no ML

Computador mostrando tela com anúncios de catálogo do Mercado Livre em análise, gráficos e dados de vendas ao redor
Erros comuns em anúncios de catálogos no Mercado Livre e como usar estratégias para ganhar destaque e evitar prejuízos.

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Poucos anos atrás, anunciar no Mercado Livre (ML) era quase como jogar xadrez: tudo mudava rápido, mas o vendedor tinha liberdade para estruturar cada produto em seu próprio anúncio. Hoje, o jogo mudou. Agora boa parte das buscas mostra “anúncios de catálogo” – um modelo bastante parecido com o da Amazon. Isso mexeu completamente com o jeito que vendedores atacadistas, pequenas distribuidoras e até grandes empresas B2B precisam pensar sua estratégia.

A verdade é que, se você ignora essa nova dinâmica e continua analisando da forma antiga, pode tropeçar feio. Você olha um catálogo, vê 10 vendedores e supõe tranquilamente que o total de vendas será dividido igual. Mas logo descobre que não é assim. Por quê?

O catálogo no Mercado Livre mudou tudo.

O que são anúncios de catálogo hoje no Mercado Livre?

O Mercado Livre agora organiza certos produtos em catálogos. Em vez de dezenas, às vezes centenas de anúncios separados para o mesmo produto, há apenas uma “página de catálogo” na busca, onde vários vendedores competem para ser o destaque (“ganhar o buy box”).

Parece simples, mas não é. Aquela divisão antiga – em que cada um luta no seu próprio espaço de anúncio – acabou ficando menos eficaz. O catálogo reúne tudo em um só lugar, e os vendedores ficam invisíveis caso não estejam entre os primeiros na ranking.

Imagine alguém pesquisando um produto que você vende. Hoje, ela vê uma lista onde quase só aparecem anúncios de catálogo. Não aparece “Sua Loja do João – Produto X”, mas sim uma página organizada com “Vendido por” e vários lojistas concorrendo atrás do posto principal.

Página de catálogo de produto com múltiplos vendedores no Mercado Livre Por que isso acontece? Uma comparação rápida com a Amazon

Esse modelo de catálogo é inspirado claramente na Amazon, que popularizou a ideia do Buy Box: um espaço onde sempre há um vendedor “vencedor”, mas outros aparecem em segundo plano, só visíveis se o cliente clicar para expandir e comparar.

No Mercado Livre, quem oferece o melhor pacote entre preço, frete, reputação, estoque e atendimento ganha esse destaque. Não é sempre o mais barato. Não é sempre o maior vendedor. Existe um sistema automatizado, quase um leilão escondido, onde cada detalhe conta.

E não custa lembrar: isso atende a uma lógica do consumidor que prefere resumo, praticidade e rapidez ao comprar. Mas para quem vende, é uma reviravolta.

Analisando vendas de catálogo: por que tantos cometem erros?

Passeando por grupos, YouTubes e fóruns, é comum ver a dúvida: “O catálogo vende 500 peças por mês e tem dez vendedores. Então cada um vende umas 50, certo?” Errado. Esse é o erro mais comum, e pode custar caro.

Por que essa conta é incorreta?

  • Histórico de vendas muda com o tempo: O número de vendedores não é fixo, assim como não é fixo quem ocupa o topo. Vendedores entram e saem do catálogo constantemente.
  • O destaque vai para poucos: Geralmente, o “ganhador” do catálogo pode vender 70%, 80% ou até mais do total das vendas daquele produto.
  • Alguns ficam quase invisíveis: Muitos vendedores listados no catálogo ficam dias, semanas, até meses sem fazer uma venda naquela oferta.
A disputa pelo topo não tem espaço para ingenuidade.

Não adianta se basear em médias, porque a dinâmica real é desigual. Algumas vezes, um vendedor entra no catálogo só por alguns dias, e logo desaparece por falta de estoque, atraso nos pedidos ou problemas na reputação.

Como funciona o sistema de “leilão” no catálogo?

O Mercado Livre leva em conta vários fatores para escolher quem aparece primeiro:

  1. Preço final ao comprador, incluindo frete
  2. Reputação do vendedor (atrasos, reclamações, avaliações…)
  3. Tempo de envio e política de devolução
  4. Nível de estoque (quanto mais garantido, melhor)
  5. Condições especiais, como Mercado Envios Full

Não existe transparência total. Mas relatos e experimentos mostram que, apesar de o menor preço ajudar muito, outros detalhes também pesam. Muita gente pensa que ser mais barato garante o topo – só que, se sua loja tem atraso de envio, baixa reputação, ou pouca mercadoria disponível, pode perder para concorrentes um pouco mais caros.

O contrário também ocorre: vendedores constantemente no topo, mesmo sem o menor preço puro. É jogo de percepção, confiança, regras do marketplace e variáveis fora do controle.

Ganhar o catálogo: vantagens, riscos e a ilusão do volume

Para os vendedores que conseguem a fatia principal no catálogo, vem um acelerador de vendas. A visibilidade é enorme, e o fluxo muitas vezes multiplica o faturamento quase de uma hora para outra.

Mas toda vantagem traz responsabilidades iguais ou maiores.

Desafios de manter o topo

  • Estoque alto: Quem ganha destaque precisa garantir entrega de verdade, pois o Mercado Livre derruba vendedores que não cumprem prazos ou têm muitos cancelamentos.
  • Margem segura: Com o crescimento de vendas, aumenta a exposição a riscos como erros, devoluções, variação de preço de fornecedor, e, claro, as taxas do ML.
  • Oscilações do ranking: Com cada ajuste de preço, entrada de concorrente ou nova atualização do algoritmo, o topo pode sair das suas mãos.

Já vi vendedores endividados por apostarem todas as fichas em catálogos, comprando grande volume de estoque, e, de repente, perderem a posição por detalhes. Ficam sem vender, mas com produto encalhado – um pesadelo para o caixa.

Estratégias vencedoras: fugir do padrão para se destacar

Nem sempre é possível competir só no preço. Então, como fugir dessa briga só de preço baixo?

Montar kits de produtos

Uma das estratégias favoritas é formar “kits” que não existem no catálogo padrão. Por exemplo, se o catálogo é de um sabonete individual, crie um anúncio para um kit com três unidades ou para um combo com outros itens do mesmo segmento.

  • Kits exclusivos aparecem em buscas distintas do catálogo tradicional, e nem sempre entram de cara para a sessão de catálogo – o que te dá margem para aparecer sozinho.
  • Você pode melhorar sua margem, já que oferece conveniência e diferenciação ao comprador.
Ideias simples podem tirar você da guerra de centavos.

Editar títulos e destacar seu anúncio

Quando possível, use títulos diferentes, explore descrições detalhadas, agregue fotos próprias e informações que outros vendedores ignoram. Às vezes, uma imagem melhor ou um título mais interessante faz diferença até quando o produto entra em catálogo.

Negociar com fornecedores

Muitas vezes o catálogo vira uma zona de guerra, onde só sobrevive quem tem custo diferenciado. Se sua loja não tem escala, tente parcerias, compras coletivas, ou negociações diretas para garantir um preço de compra melhor e, quem sabe, conseguir uma margem viável mesmo em ambientes de competição acirrada.

Acompanhar o catálogo constantemente

A cotação muda o tempo todo. Então, mesmo quem está com boa performance em um mês pode ver suas vendas despencarem de um dia para o outro. Use alertas, planilhas ou ferramentas pagas – como o Avant pro – para rastrear concorrentes, quedas de preço e variações de posição no ranking.

Já pensou usar um gerador de catálogos, como o Catálogo Mobile, não só para acelerar sua rotina B2B, mas também para acompanhar dinamicamente quais produtos fazem sentido manter no ML e quais já ficaram inviáveis?

Ferramentas para analisar catálogos (e não cair em armadilhas)

Nem todo vendedor tem tempo para monitorar concorrentes manualmente. O ideal é usar ferramentas que automatizam parte dessa vigilância. O Avant pro é um dos nomes mais conhecidos. Permite rastrear catálogos, ver histórico de vendas por período, acompanhar movimentos de preço – e até simular quanto você venderia caso ocupasse determinada posição.

Gráfico de vendas sendo analisado em notebook Essas ferramentas são ótimas, mas têm um custo mensal significativo. Mesmo assim, podem evitar prejuízos muito maiores – principalmente na fase de decisão: compro mais deste produto, aposto no catálogo, ou busco outro canal?

Por outro lado, nenhuma ferramenta elimina totalmente o risco. O cenário muda o tempo todo e pode ser difícil acompanhar tudo, especialmente quando se vende mais de 300 itens diferentes, como muitos atacadistas fazem.

É nesse ponto que soluções automatizadas de catálogo, como o Catálogo Mobile, facilitam não só o controle de pedidos, mas também a atualização automática de estoque e preços, evitando apostar fichas em produtos fora de margem ou com estoque errado.

Se você quiser aprender sobre como montar e configurar seu próprio catálogo digital, há um guia completo no blog, mostrando desde os primeiros passos até a configuração do catálogo mobile.

O outro lado: taxas do Mercado Livre e limites do canal

Nem tudo são flores. E aqui vai uma verdade: o Mercado Livre oferece escala, mas as taxas são altas. O vendedor corre risco duplo: perde margem e ganha uma dependência total do marketplace. Quando o catálogo aperta, o lucro foge pelo ralo.

Caso você queira abrir (ou proteger) novos canais de venda, apostando mais forte no B2B, faz todo sentido usar um gerador de pedidos digital integrado ao seu ERP – como o Catálogo Mobile. Assim, você ganha escala própria, não disputa só na base do preço, e diminui sua dependência do ML.

Quando se trata de catálogo, atualização e automação contam demais. O Catálogo Mobile, por exemplo, gera rapidamente arquivos em PDF e links de pedidos prontos para os vendedores compartilharem com clientes – reduzindo drasticamente o tempo gasto. Se quiser um catálogo sempre atualizado, há também dicas como a importação e atualização dos produtos via planilha ou a integração direta com o Bling e outros ERPs.

Equipe comercial usando catálogo digital em tablet O resultado? Uma operação com menos erros de estoque, vendas mais certeiras e, especialmente, liberdade para trabalhar com múltiplos canais. Não precisa depender apenas do que o ML decide mostrar ou cobrar.

Dicas rápidas para nunca mais errar na análise de catálogos

  • Entenda que os números de vendas não se dividem igual entre todos os vendedores. Quem “ganha o catálogo” costuma vender a maior parte.
  • Monitore as posições no ranking e as mudanças do algoritmo. Pequenos detalhes podem decidir quem fatura mais.
  • Negocie forte com fornecedores. Só aceita entrar no catálogo se sua margem for compatível com as taxas e a imprevisibilidade do canal.
  • Busque diferenciação com kits e ofertas personalizadas. Quem foge do padrão consegue fugir do leilão de preço baixo.
  • Use ferramentas de análise, mas não dependa apenas delas. O cenário muda, e quem se adapta rapidamente evita prejuízos.
  • Esteja sempre preparado para girar seu estoque e buscar outros canais. O Mercado Livre é só uma vitrine. B2B, vendas diretas e sistemas próprios – como Catálogo Mobile – podem valer tanto quanto (ou mais) no longo prazo.
A rotina exige revisão diária. Nada de acomodar.

E não se esqueça, para descobrir como ocultar preços em seu catálogo digital (ideal para negociações específicas), vale ver este post sobre ocultar preços no Catálogo Mobile.

Como vender mais sem depender só do catálogo do Mercado Livre?

Para quem atua com venda em atacado e tem centenas de itens, a gestão manual se torna impraticável. A cada variação no ML, é necessário editar listas, corrigir preços, atualizar estoque em múltiplos lugares. Não são raros os casos onde produtos vendidos via catálogo do ML já acabaram no físico, ou estão com preço defasado. Prejuízo fácil, fácil.

Soluções como o Catálogo Mobile trazem automação e integração em tempo real com ERPs como Bling, Olist Tiny, Sankhya e Omie. Isso reduz drasticamente a margem de erro humano, acelera a criação de catálogos atualizados, e oferece links de pedidos específicos para cada vendedor – potencializando áreas de atuação sem elevar os custos.

Você pode, por exemplo, mostrar certos produtos apenas para clientes ou vendedores selecionados, usando recursos detalhados como o controle de visibilidade de produtos. Assim, mantém ofertas orientadas para o público certo, sem confundí-lo ou expor produtos em canais errados.

Painel digital mostrando integração de catálogos com ERPs A gestão se torna leve e, ao contrário do ML, você não briga pelas mesmas vendas em ambiente de taxas altas – preservando mais margem e o relacionamento direto com o cliente.

Para quem quiser rapidez, vale ressaltar: com o Catálogo Mobile, é possível gerar em menos de cinco minutos um catálogo PDF completo – com fotos, estoques e detalhes – sem depender de agência, design ou processos lentos de publicação. Essa diferença de tempo, mesmo sem querer, vira dinheiro no fim do mês.

Síntese e próximos passos

Muitos vendedores ainda subestimam o poder (bom e ruim) dos catálogos do Mercado Livre. Outros, depois de algumas frustrações, procuram alternativas ou formas de não cair mais nos velhos erros. O caminho está em combinar análise constante, automação e escolha de bons parceiros e sistemas.

Algumas ideias para não tropeçar:

  • Evite, sempre que possível, produtos em catálogo onde a margem final fique apertada. Com as taxas, é fácil trabalhar de graça sem perceber.
  • Prefira criar kits e trabalhar ofertas diferentes, onde você não fica preso ao modelo padronizado do marketplace.
  • Monitore os catálogos dos concorrentes e ajuste sua operação constantemente. Não se acomode com “o mês está bom”. Pode mudar rápido demais.
  • Discuta estratégias regularmente com seus fornecedores. Muitas vezes, pequenas negociações de custo fazem total diferença para competir.
  • Adote ferramentas ou sistemas que te ajudem a errar menos – e ganhar mais tempo.
  • Considere fortalecer seu canal B2B e vendas diretas, usando um gerador de pedidos digital integrado, como o Catálogo Mobile.

Conclusão: tempo de agir, não de esperar

Catálogo bom é aquele que trabalha por você, não contra.

Caso prefira continuar vendendo só pelo ML, saiba que as margens tendem a encurtar. Mas se você possui mais de 300 produtos, tem equipe de vendas própria, ou pensa em estruturar um canal B2B mais firme, não perca tempo: automatize sua criação e atualização de catálogos.

No Catálogo Mobile, esse processo não exige intermediários, não depende de agência nem de processos manuais demorados. E, mais importante, permite criar múltiplos links de pedidos, manter tudo sincronizado com o estoque do ERP, e colocar cada vendedor para expandir sua área – sem gastar à toa.

Não fique parado olhando a concorrência avançar. Crie agora sua conta gratuita para testar, experimentar e entender quais resultados reais pode alcançar: teste o Catálogo Mobile gratuitamente por 7 dias e veja por que economiza tanto tempo, dinheiro e preocupação.

Chegou a hora de transformar seu catálogo em arma de crescimento, não em dor de cabeça. O futuro das vendas está mais rápido do que nunca. E começa clicando no botão acima.

O que são anúncios de catálogo hoje no Mercado Livre?

O Mercado Livre agora organi

Por que isso acontece? Uma comparação rápida com a Amazon Esse modelo de catálogo é inspirado claramente na Amazon, que popularizou a ideia do Buy Box : um espaço onde sempre há um vendedor “vencedor”, mas outros aparecem em segundo plano, só visíveis se o cliente clicar para expandir e comparar. No Mercado Livre, quem oferece o melhor pacote entre preço, frete, reputação, estoque e atendimento ganha esse destaque. Não é sempre o mais barato. Não é sempre o maior vendedor . Existe um sistema automatizado, quase um leilão escondido, onde cada detalhe conta. E não custa lembrar: isso atende a uma lógica do consumidor que prefere resumo, praticidade e rapidez ao comprar. Mas para quem vende, é uma reviravolta. Analisando vendas de catálogo: por que tantos cometem erros?

Passeando por grupos, YouTubes e fóruns, é comum ver a dúvida: “O catálogo vende 500 peças por mês e tem de

Histórico de vendas muda com o tempo: O número de vendedores não é fixo, assim como não é fixo quem ocupa o topo. Vendedores entram e saem do catálogo constantemente. O destaque vai para poucos: Geralmente, o “ganhador” do catálogo pode vender 70%, 80% ou até mais do total das vendas daquele produto. Alguns ficam quase invisíveis: Muitos vendedores listados no catálogo ficam dias, semanas, até meses sem fazer uma venda naquela oferta. A disputa pelo topo não tem espaço para ingenuidade. Não adianta se basear em médias, porque a dinâmica real é desigual. Algumas vezes, um vendedor entra no catálogo só por alguns dias, e logo desaparece por falta de estoque, atraso nos pedidos ou problemas na reputação. Como funciona o sistema de “leilão” no catálogo?

O Mercado Livre leva em conta vários fatores para escolher quem aparece primeiro: Preço final ao comprador, incluindo frete Reputação do vendedor (atrasos, reclamações, avaliações…) Tempo de envio e política de devolução Nível de estoque (quanto mais garantido, melhor) Condições especiais, como Mercado Envios Full Não existe transparência total. Mas relatos e experimentos mostram que, apesar de o menor preço ajudar muito, outros detalhes também pesam. Muita gente pensa que ser mais barato garante o topo – só que, se sua loja tem atraso de envio, baixa reputação, ou pouca mercadoria disponível, pode perder para concorrentes um pouco mais caros. O contrário também ocorre: vendedores constantemente no topo, mesmo sem o menor preço puro. É jogo de percepção, confiança, regras do marketplace e variáveis fora do controle.

Ganhar o catálogo: vantagens, riscos e a ilusão do volume Para os vendedores que conseguem a fatia principal no catálogo, vem um acelerador de vendas. A visibilidade é enorme, e o fluxo muitas vezes multiplica o faturamento quase de uma hora para outra. Mas toda vantagem traz responsabilidades iguais ou maiores. Desafios de manter o topo Estoque alto: Quem ganha destaque precisa garantir entrega de verdade, pois o Mercado Livre derruba vendedores que não cumprem prazos ou têm muitos cancelamentos. Margem segura: Com o crescimento de vendas, aumenta a exposição a riscos como erros, devoluções, variação de preço de fornecedor, e, claro, as taxas do ML. Oscilações do ranking: Com cada ajuste de preço, entrada de concorrente ou nova atualização do algoritmo, o topo pode sair das suas mãos. Já vi vendedores endividados por apostarem todas as fichas em catálogos, comprando grande volume de estoque, e, de repente, perderem a posição por detalhes. Ficam sem vender, mas com produto encalhado – um pesadelo para o caixa. Estratégias vencedoras: fugir do padrão para se destacar Nem sempre é possível competir só no preço. Então, como fugir dessa briga só de preço baixo? Montar kits de produtos Uma das estratégias favoritas é formar “kits” que não existem no catálogo padrão. Por exemplo, se o catálogo é de um sabonete individual, crie um anúncio para um kit com três unidades ou para um combo com outros itens do mesmo segmento. Kits exclusivos aparecem em buscas distintas do catálogo tradicional, e nem sempre entram de cara para a sessão de catálogo – o que te dá margem para aparecer sozinho. Você pode melhorar sua margem, já que oferece conveniência e diferenciação ao comprador. Ideias simples podem tirar você da guerra de centavos. Editar títulos e destacar seu anúncio Quando possível, use títulos diferentes, explore descrições detalhadas, agregue fotos próprias e informações que outros vendedores ignoram. Às vezes, uma imagem melhor ou um título mais interessante faz diferença até quando o produto entra em catálogo. Negociar com fornecedores Muitas vezes o catálogo vira uma zona de guerra, onde só sobrevive quem tem custo diferenciado. Se sua loja não tem escala, tente parcerias, compras coletivas, ou negociações diretas para garantir um preço de compra melhor e, quem sabe, conseguir uma margem viável mesmo em ambientes de competição acirrada. Acompanhar o catálogo constantemente A cotação muda o tempo todo. Então, mesmo quem está com boa performance em um mês pode ver suas vendas despencarem de um dia para o outro. Use alertas, planilhas ou ferramentas pagas – como o Avant pro – para rastrear concorrentes, quedas de preço e variações de posição no ranking. Já pensou usar um gerador de catálogos, como o Catálogo Mobile, não só para acelerar sua rotina B2B, mas também para acompanhar dinamicamente quais produtos fazem sentido manter no ML e quais já ficaram inviáveis? Ferramentas para analisar catálogos (e não cair em armadilhas) Nem todo vendedor tem tempo para monitorar concorrentes manualmente. O ideal é usar ferramentas que automatizam parte dessa vigilância. O Avant pro é um dos nomes mais conhecidos. Permite rastrear catálogos, ver histórico de vendas por período, acompanhar movimentos de preço – e até simular quanto você venderia caso ocupasse determinada posição. Essas ferramentas são ótimas, mas têm um custo mensal significativo. Mesmo assim, podem evitar prejuízos muito maiores – principalmente na fase de decisão: compro mais deste produto, aposto no catálogo, ou busco outro canal? Por outro lado, nenhuma ferramenta elimina totalmente o risco. O cenário muda o tempo todo e pode ser difícil acompanhar tudo, especialmente quando se vende mais de 300 itens diferentes, como muitos atacadistas fazem. É nesse ponto que soluções automatizadas de catálogo, como o Catálogo Mobile, facilitam não só o controle de pedidos, mas também a atualização automática de estoque e preços, evitando apostar fichas em produtos fora de margem ou com estoque errado. Se você quiser aprender sobre como montar e configurar seu próprio catálogo digital, há um guia completo no blog, mostrando desde os primeiros passos até a configuração do catálogo mobile . O outro lado: taxas do Mercado Livre e limites do canal Nem tudo são flores. E aqui vai uma verdade: o Mercado Livre oferece escala, mas as taxas são altas. O vendedor corre risco duplo: perde margem e ganha uma dependência total do marketplace. Quando o catálogo aperta, o lucro foge pelo ralo. Caso você queira abrir (ou proteger) novos canais de venda, apostando mais forte no B2B, faz todo sentido usar um gerador de pedidos digital integrado ao seu ERP – como o Catálogo Mobile. Assim, você ganha escala própria, não disputa só na base do preço, e diminui sua dependência do ML. Quando se trata de catálogo, atualização e automação contam demais. O Catálogo Mobile, por exemplo, gera rapidamente arquivos em PDF e links de pedidos prontos para os vendedores compartilharem com clientes – reduzindo drasticamente o tempo gasto. Se quiser um catálogo sempre atualizado, há também dicas como a importação e atualização dos produtos via planilha ou a integração direta com o Bling e outros ERPs. O resultado? Uma operação com menos erros de estoque, vendas mais certeiras e, especialmente, liberdade para trabalhar com múltiplos canais. Não precisa depender apenas do que o ML decide mostrar ou cobrar. Dicas rápidas para nunca mais errar na análise de catálogos Entenda que os números de vendas não se dividem igual entre todos os vendedores. Quem “ganha o catálogo” costuma vender a maior parte. Monitore as posições no ranking e as mudanças do algoritmo. Pequenos detalhes podem decidir quem fatura mais. Negocie forte com fornecedores. Só aceita entrar no catálogo se sua margem for compatível com as taxas e a imprevisibilidade do canal. Busque diferenciação com kits e ofertas personalizadas. Quem foge do padrão consegue fugir do leilão de preço baixo. Use ferramentas de análise, mas não dependa apenas delas. O cenário muda, e quem se adapta rapidamente evita prejuízos. Esteja sempre preparado para girar seu estoque e buscar outros canais. O Mercado Livre é só uma vitrine. B2B, vendas diretas e sistemas próprios – como Catálogo Mobile – podem valer tanto quanto (ou mais) no longo prazo. A rotina exige revisão diária. Nada de acomodar. E não se esqueça, para descobrir como ocultar preços em seu catálogo digital (ideal para negociações específicas), vale ver este post sobre ocultar preços no Catálogo Mobile . Como vender mais sem depender só do catálogo do Mercado Livre?

Para quem atua com venda em atacado e tem centenas de itens, a gestão manual se torna impraticável. A cada variação no ML, é necessário editar listas, corrigir preços, atuali

Siga estas etapas para aplicar analisar e evitar erros em anúncios de catálogo no ml de forma organizada e com foco em catálogo de produtos atualizado.

  1. Defina o objetivo do catálogo

    Escolha se o foco é vender mais, atender melhor, divulgar produtos ou facilitar pedidos recorrentes.

  2. Organize produtos e informações

    Separe nomes, códigos, fotos, descrições, preços e categorias antes de montar o material final.

  3. Monte uma estrutura fácil de navegar

    Agrupe produtos por categoria e destaque informações importantes para reduzir dúvidas do cliente.

  4. Publique em PDF ou link online

    Escolha o formato mais adequado para o canal de venda e teste a visualização antes de compartilhar.

  5. Atualize e acompanhe resultados

    Revise o catálogo com frequência e use pedidos, dúvidas e acessos para melhorar o conteúdo.

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